Maternidade

Períodos Sensíveis: O que São e Quais Seu Filho Está Vivendo Agora

Maria Montessori fez várias descobertas sobre o desenvolvimento da criança. Uma das mais fascinantes foi, sem dúvidas, a dos períodos sensíveis. Ela entendeu que ao longo dos anos, a criança fica mais sensível a um tipo de estímulo, e menos sensível a outros. Mais apta e disposta a algumas formas de esforço, e menos a outras.

Quando uma criança pode aproveitar um período sensível, desenvolve-se muito melhor, tem mais prazer em seus esforços e fica emocionalmente estável. O oposto é verdadeiro também: se ela é impedida de usufruir dos períodos sensíveis, seu desenvolvimento exige muito mais esforço e ela demonstra sinais emocionais de insatisfação diante da vida. O desenvolvimento em si ainda ocorre, mas é muito mais difícil e menos agradável.

Neste texto, vamos abordar alguns dos principais períodos sensíveis da infância, por idade. Se você quiser ir mais fundo, use os hiperlinks disponíveis. Abaixo, você tem uma tabela que pode usar para acompanhar o texto todo.

Uma nota sobre as idades: Os períodos sensíveis não começam, nem terminam, em idades exatas. A dinâmica é muito mais fluida do que a tabela acima faz parecer. Tudo pode acontecer um pouco antes ou um pouco depois, e as idades que apontamos neste texto são só linhas gerais. Sobretudo, vale o que vale sempre: observar as crianças e aprender com elas.

A Partir do Nascimento

O nascimento traz uma novidade enorme, além da própria vida: agora, a criança é corresponsável por sua sobrevivência, e precisa descobrir como o mundo funciona, e desenvolver habilidades variadas se quiser ter uma vida boa por aqui.

Período Sensível de Movimento

O desenvolvimento humano é estruturado para priorizar a sobrevivência, e nós aprendemos principalmente como uma consequência do esforço para sobreviver. Para sobreviver, a primeira habilidade que a criança precisa desenvolver é a do movimento. Por isso, ao longo dos primeiros anos de sua vida, a movimentação é uma constante.

É muito importante conhecer alguns marcos do desenvolvimento da criança, mas ainda mais importante é dar condições para que os seus movimentos possam se desenvolver de forma saudável, e permitir que a criança nos mostre do que precisa agora. Ambientes naturais, com relevos, árvores, pedras, e ambientes artificiais interessantes, com escadas, buracos, rampas, quando usados por uma criança acompanhada de um adulto que permite a exploração, são perfeitos para um desenvolvimento livre. Você verá que brincar é importante, mas que há um tipo de esforço sério e concentrado que a criança faz em seu movimento, mais nobre do que a brincadeira. Não interrompa isso. Ela está trabalhando para construir todas as habilidades necessárias à sobrevivência de um novo ser humano.

Período Sensível da Linguagem

Logo depois de conseguir se mover um pouquinho, a criança começa a se dedicar a uma segunda conquista: a linguagem. Seres humanos não são criaturas fortes, nem rápidas. Nós não populamos o mundo todo porque somos mais hábeis ou temos dentes mais afiados. Ganhamos a Terra porque trabalhamos juntos. O segundo passo da criança na caminhada da vida é conquistar a linguagem, e para isso ela precisa ouvir muito, falar muito, e ser muito ouvida.

Desde o início da vida vale a pena conversar com a criança, mesmo antes de ela responder. Conte o que você está fazendo, especialmente ao tocar o corpo dela. Depois de um tempo ela vai reagir oralmente, e você reage de volta. Aos poucos, nascem “conversas”. Continue contando histórias ao longo do desenvolvimento: sobre seu dia, sua infância, uma viagem, ou como você prepara o prato que ela mais gosta. Cantar é bom, ler é bom, poesia e histórias antes de dormir também. Telas e caixas de som não são um suporte adequado ao desenvolvimento da linguagem, é necessário ter um humano falando com outro humano. Quando sua criança falar, em qualquer etapa do desenvolvimento, escute. Isso é fundamental para que ela queira falar mais, e vai influenciar não só sua aquisição de linguagem, mas todo o seu mundo emocional interior.

Período Sensível de Atenção a Detalhes

Continue pensando na criança que se desenvolve para sobreviver. Assim que consegue se mover um pouquinho, ou que fica sem adultos por perto, precisa perceber muito bem o mundo à sua volta. Uma habilidade que ela desenvolve nesse período, e que delita-se em exercitar, é a atenção a detalhes muito pequenos.

Você talvez tenha notado que, ao olhar fotografias e ilustrações, seu filho aponta para coisas que você não tinha visto ali. Um inseto no cantinho, um pássaro numa árvore ao fundo. Essa habilidade é nova e fascinante para a criança, que descobre um mundo novo de coisas minúsculas. Nossa principal responsabilidade nesse período é compreender a fixação da criança. Ela vai deitar no chão, vai passar muito tempo olhando algo que não estamos vendo, e vai impedir sua mão de virar a página do livro enquanto ela não acabar de examinar a figura. A gente espera, e observa, como Montessori ensinou e como as crianças gostam tanto que a gente faça.

Período Sensível do Desenvolvimento dos Sentidos

Mesmo antes de nascer, a criança já recebe impressões sensoriais. A criança lembra da voz da mãe, e se reconforta com ela, desde o início da vida. Quando chega, a criança se depara com uma enormidade de estímulos distintos, e há mais para absorver do que ela conseguirá, mas ela tenta!

Conforme tenta, aprende a diferenciar cores (não pelo nome, mas visualmente), formas, sabores, texturas, temperaturas, aromas e tudo o mais que o mundo pode oferecer. Nós não precisamos ajudar, mas é bom preparar o ambiente para que ele não atrapalhe. Um bom espaço não oferece estímulos demais: paredes e mobília neutra e de cores leves; poucos brinquedos e que não produzam barulho eletrônico ou luz; quase nenhuma decoração. À parte disso, a criança deve ficar conosco sempre que estivermos pelo mundo – Montessori sugeria slings – assim poderá absorver mais daquilo que a realidade oferta. E quando estivermos em casa, e pudermos ficar com um olho dedicado às crianças, deve ter liberdade para ficar pelo chão, explorando e desenvolvendo a vida.


A Partir dos Dois Anos

Aos dois anos, há coisas importantes acontecendo: a criança já tem alguma independência física, sabe andar e pegar, carregar e empurrar, abre e fecha com algum sucesso, e encaixa coisas. Para chegar a isso, a criança trabalhou muito, e esse esforço todo gerou uma outra habilidade fascinante: a vontade. Até perto dos dois anos, a criança é escrava de impulsos quase sempre instintivos. Por perto do segundo aniversário isso começa a mudar, e a criança começa a querer, e não querer. Nesse mesmo período, porque já é muito mais independente, a criança precisa ousar mais, e começa a notar que seu sucesso e seu fracasso dependem de si. A partir dos dois anos, surgem períodos sensíveis de outra ordem, em uma tentativa da criança de organizar sua presença no mundo.

Período Sensível da Ordem

Porque agora a criança tem uma independência física considerável, ela ousa mais. Não fica sempre por perto dos adultos, que lhe emprestavam a segurança da presença. Agora, ela precisa se sentir segura também em suas relações com o ambiente e o tempo. Por isso, começa aqui um período sensível que durará cerca de dois anos, ao longo dos quais a criança precisará de ordem como precisa de ar.

Há três tipos de ordem que a criança exige da vida: ordem no ambiente, ordem no tempo e ordem na conduta do adulto. A ordem no ambiente quer dizer que a criança deseja encontrar cada coisa em seu lugar e cada coisa sempre no mesmo lugar. Nem sempre nós conseguimos deixar tudo no lugar, e livros se acumulam nas mesas e louças na pia. A criança pode lidar com isso, mas é importante que as coisas fiquem no mesmo lugar: que os livros se acumulem só na mesa, que a louça se acumule só na pia. A criança precisa saber como seu ambiente é para poder se arriscar em novas conquistas, e por isso é importante que ele se repita dia após dia. A ausência disso leva ao desespero.

A ordem no tempo significa que a criança precisa ter rotina. Mas não sabe ver as horas. Então o relógio não importa. Importa menos o horário e muito mais a sequência em que as coisas serão feitas: café da manhã, escovar os dentes, tomar banho, vestir-se, pegar a mochila. A repetição de sequências, sobretudo de manhã e à noite, e antes das refeições dão para a criança uma referência do tempo que é preciosa para sua organização interior. A ausência disso leva ao desespero.

A ordem na conduta do adulto é a coerência de nosso comportamento, especialmente no que diz respeito à maneira como interagimos diretamente com a criança, e aos limites que colocamos. Porque estamos cansados ou felizes, com dor de cabeça ou com renovada alegria, nossa tolerância, nossa interação e nossas expectativas variam. Quando a criança não pode ter certeza de nossos comportamentos, e muito a pega de surpresa, ela se revolta bastante. Precisamos ter claros quais são os limites importantes na criação das crianças, garantir esses, e deixá-la livre para se desenvolver.

Período Sensível de Graça e Cortesia

Conforme a criança percebe nossos comportamentos mais comuns, passa a imitá-los, e procura se portar de uma maneira que agrade aqueles ao seu redor. Isso é o despertar de um senso de comunidade precioso, que conduz a criança a uma busca por comportamentos cada vez mais perfeitos. Nós podemos ajudar de várias maneiras na conquista de um refinamento de suas ações.

A primeira forma, claro, é nos portarmos bem. Montessori sugeria que sempre oferecêssemos à criança o melhor de nós, e a tratássemos com o melhor das boas maneiras. Mas devemos ir além: sempre que a criança estiver nos vendo, devemos nos portar (ainda sugestão de Montessori) como se estivéssemos na companhia de pessoas nobres. Se a criança puder ver o adulto sendo educado, delicado, polido, ela também buscará ser. E nós podemos ajudar estruturando cenas para treinar, em que ensinemos fórmulas de etiqueta e ela possa imitar, em encenações que façamos juntos. O mesmo pode ser feito com gestos do dia a dia que podem ser mais e mais delicados, como colocar uma mesa, usar um guardanapo ou abrir e fechar uma porta. A criança se apaixona pela busca da perfeição, e no processo aprende a adequar seu comportamento a toda sorte de situação social.

Período Sensível de Música e Ritmo

Este é um período sensível que começa antes dos três anos, mas fortalece-se depois. Então não esqueça dele mais tarde. Conforme a criança escuta os sons do mundo, percebe padrões. Sons altos e baixos, graves e agudos, repetições rápidas ou lentas. Ela explora esses sons, por curiosidade e prazer. No mesmo período, a música que sempre ouviu começa a fazer mais sentido, e ela repete e inventa a partir daí.

Nós podemos dar um excelente suporte para o envolvimento da criança com a música, mesmo sem sermos músicos. Uma forma, natural e evidente, é colocar música para tocar. Mas não como pano de fundo para outras atividades barulhentas: música enquanto conversamos e lavamos louça, por exemplo. E sim com a dignidade e importância que a música merece: colocar música para ouvir música. Em silêncio, usufruindo do prazer e das sensações que a música transmite. Podemos e devemos convidar a criança para ouvir conosco, mas se ela não quiser, podemos ouvir nós mesmos. Lembre-se: o que a criança nos vê fazendo, faz também. Além da música, é importantíssimo o silêncio. Ele sim é o pano de fundo perfeito para as atividades diárias, e permite que os sons sejam todos ouvidos. As crianças podem ter instrumentos musicais, simples ou complexos, indígenas, orientais, ou de nossa comunidade próxima. Mas é importante que sejam bons instrumentos. Maus instrumentos acostumam o ouvido a ouvir errado. Em lugar do próximo brinquedo, você pode encontrar um instrumento para o seu filho. Se ele demonstra interesse, aulas de música (e antes, a musicalização) podem ser boas opções. Para isso, busque um profissional que trabalhe com a música como uma forma de ajudar o desenvolvimento da criança, e não como uma tarefa obrigatória à qual a criança deve se submeter para satisfazer os adultos ao seu redor.


A Partir dos Três Anos

Período Sensível do Refinamento dos Sentidos

Você vai se lembrar de que desde o nascimento, a criança está absorvendo o mundo pelos sentidos. Quando chega perto dos três anos, dá um passo além: passa a organizar as sensações que absorve a partir de princípios e critérios. Você talvez já tenha visto as crianças colocando potes dentro de potes dentro de potes. Ou montando alguma coisa só com os bloquinhos vermelhos. Isso é a organização interior da criança em ação. Para entender, ela busca categorias, como um cientista trabalhando.

Nós podemos ajudar as crianças nesses esforços de duas maneiras principais. Primeiro, permitindo que ela faça as coisas que está fazendo. Nós temos por hábito impedir, interromper e ajudar demais. Muitas vezes, permitir, observar e esperar são atitudes mais sábias e que dão mais apoio ao desenvolvimento. A segunda maneira é, a partir daquilo que vemos que a criança tenta fazer sozinha, apresentar para ela possibilidades de atividade, mesmo. Por exemplo, colocando em um pote vários blocos vermelhos, azuis e amarelos, e mostrando a ela como separar esses blocos em três outros potes menores. Ou derramando em uma vasilha quatro ou cinco castanhs, nozes e amendois, e pedindo para que ela separe, da mesma maneira (depois de ter sucesso algumas vezes, ela pode fazer isso de olhos fechados). Encontrar as tampas corretas para potes e panelas também é interessante, assim como colocar pequenas quantidades de tempero nos vidros onde já há uma outra quantidade do mesmo tempero, partindo dos aromas. Em Montessori, nós temos materiais para tudo isso, mas em casa você pode usar a casa, mesmo, e envolver a criança nos espaços e tarefas da casa, observando bastante e criando um pouco.

Período Sensível da Escrita e da Leitura

A escrita e a leitura chegam só agora, mas nós podemos preparar as crianças para isso desde muito antes. E não é com as letras! Para ter um bom desenvolvimento no período sensível da alfabetização, as crianças precisam ter um excelente vocabulário. Por isso, tudo o que foi dito no período sensível da linguagem ainda é verdadeiro aqui. Primeiro, fazemos tudo aquilo para ajudar a criança na aquisição da linguagem. Depois continuamos, para dar suporte ao aprimoramento do vocabulário, da sintaxe e das estruturas da língua.

Finalmente, quando a criança passa um pouco dos três anos, começa a experimentar com os sons das palavras. Essa é nossa deixa. A alfabetização em Montessori é complexa, e merece ser estudada por si (neste texto aqui e no livro Descoberta da Criança). Em linhas gerais, o que fazemos é apresentar a criança à segmentação fonética das palavras: barco é apresentado como “barco” e como “b-a-r-c-o”, sem letras, só com a pronúncia, por meio de uma sequência de jogos. Depois que a criança compreende que sons existem separadamente, passamos às letras propriamente ditas, com dois materiais. O primeiro, as Letras de Lixa, conduzem à associação dos sons com as formas das letras, e seus traçados. O segundo, Alfabeto Móvel, leva a criança a construir palavras de seu repertório (por isso um bom vocabulário é importante!) com liberdade e podendo explorar à vontade, sem medo do erro e da correção.

A leitura chega quando a criança explorou a escrita o suficiente. Depois de compor muitas palavras, a criança olha para um delas e a reconhece como uma palavra. Um todo, e não só uma sequência de partes. Às vezes o adulto pode ajudar esse salto a acontecer. Uma vez que ele ocorra, a criança deseja ler muito, e nós podemos dar muito a ela: etiquetas com palavras para ela grudar ou pendurar pelo ambiente, pedacinhos de papel com “ordens” simples que ela possa executar, como pular e beber água, e depois “ir até o quarto e abrir a gaveta”, até que ela esteja lendo frases longas e parágrafos inteiros sobre tudo que lhe interesse. É claro que ler livros para e com a criança pode fazer parte disso, e deve fazer parte disso ler para você mesma(o) em momentos que a criança possa perceber o que você está fazendo.

Período Sensível da Matemática

A mente da criança vem se preparando desde muito cedo, não é? Ela absorve o mundo pelos sentidos e pela observação do comportamento, depois organiza tudo isso em padrões repetidos e categorias limitadas, e repete e imita na busca da exatidão e da perfeição. Tudo isso serve à preparação indireta do que Montessori chamou de Mente Matemática. A mente humana busca compreender o mundo encontrando repetições, padrões e categorias. E a Matemática é a linguagem que permite a expressão de tudo isso.

Começamos a apresentação de quantidades. Utilizamos as Barras Vermelhas e Azuis, material montessoriano com barras de tamanhos diferentes que indicam quantidades de 1 a 10. Os algarismos chegam depois, em associação às quantidades já conhecidas, e em seguida a criança passa à contagem, com os Fusos, que também apresentam a ela a noção de zero. Os materiais montessorianos de matemática são preparados com o máximo de exatidão possível, e isso lhes empresta todo o interesse, porque a criança é atraída pela possibilidade de executar algo exato, e pela sensação mista da surpresa e do previsível. Há materiais para as seis operações matemáticas e para tudo o que se segue. Se você se interessa pelos materiais, busque mais no livro Descoberta da Criança, de Maria Montessori.

Depois que a criança domina os números, e as noções de unidade e dezena, utilizamos uma série de tábuas e quadros tanto para exercícios com o conceito de soma, multiplicação, divisão e subtração, quanto para a execução de operações. Montessori apontava sempre, e com uma ênfase especial na escrita e na Matemática, que o material é só o ponto de partida, e um lugar seguro para retorno, mas que a criança deve se libertar dele em seu processo de amadurecimento intelectual, e ser capaz de executar qualquer operação sem o uso do material, depois que o dominou completamente.

O que as crianças nos dizem

Para identificar os períodos sensíveis em que nossas crianças se encontram, o melhor é observar seu comportamento. Você tem uma excelente tabela em mãos, e explicações sobre cada período sensível aqui e nos outros textos indicados em hiperlinks. Aproveite. E retorne sempre à criança que está à sua frente. Ela lhe mostrará onde está no desenvolvimento e qual o tipo de ajuda que pode receber. Os períodos sensíveis são oportunidades fascinantes para a vida infantil e tudo o que vem depois, e devemos os aproveitar sempre.

E se já passou?

Quando um Período Sensível já passou, a criança ainda pode se desenvolver e aprender. E ela ainda pode aproveitar os aspectos de Montessori que a ajudariam no período sensível. A diferença é que será necessário mais esforço da parte dela e mais paciência e compreensão da nossa. Você ainda pode recorrer às sugestões deste texto, e a vida de sua criança ainda pode ser plena e feliz. Para habilidades específicas ela vai precisar um pouco mais de você, e é importante lembrar disso. Fora dos períodos sensíveis, a presença do adulto e alternativas para tornar as atividades interessantes, adaptando-as a idades diferentes, é fundamental.

De forma geral, vale o que vale sempre: Observe sua criança. Ajude a aproveitar os períodos sensíveis, e você vai notar não só um desenvolvimento mais fluido e agradável, mas uma vida emocional mais estável e feliz. Os períodos sensíveis são necessidades do desenvolvimento, e a satisfação dessas necessidades traz paz e força para a criança pequena.

Montessori

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